Onde o mar, com paredes de vidro, rodeia o centro inviolável: A ilha (Natália Correia)
domingo, 1 de novembro de 2009
Porque hoje é domingo
Porque hoje é domingo
E o dia despertou preguiçosamente bonito;
Vou te amar mais uma vez.
Mais uma vez vou te amar;
Porque hoje é domingo.
Mas se o telefone tocar
Se o cachorro latir
Se o carteiro no portão bater;
Não vou dar atenção.
Mais uma vez vou te amar
Porque hoje é domingo.
Porque hoje é domingo
Vou te servir café na cama.
E se meu flerte te causar espanto
Vou te amar mais uma vez.
Mais uma vez vou te amar;
Porque hoje é domingo.
Mas se o vizinho acordar
Se um temporal varrer a cidade
Se um terremoto balançar nossa cama;
Mais uma vez vou te amar
Porque hoje é domingo
Porque hoje é domingo
Não quero saber de compromisso.
Vou te amar mais uma vez
Mais uma vez vou te amar;
Porque hoje é domingo.
Mas se a noite chegar
Se a lua nos abençoar
Se o sol nascer com cara de segunda-feira;
Vou te amar mais uma vez.
Mais uma vez vou te amar
Porque você é meu eterno domingo.
Gilio de Hollanda
E o dia despertou preguiçosamente bonito;
Vou te amar mais uma vez.
Mais uma vez vou te amar;
Porque hoje é domingo.
Mas se o telefone tocar
Se o cachorro latir
Se o carteiro no portão bater;
Não vou dar atenção.
Mais uma vez vou te amar
Porque hoje é domingo.
Porque hoje é domingo
Vou te servir café na cama.
E se meu flerte te causar espanto
Vou te amar mais uma vez.
Mais uma vez vou te amar;
Porque hoje é domingo.
Mas se o vizinho acordar
Se um temporal varrer a cidade
Se um terremoto balançar nossa cama;
Mais uma vez vou te amar
Porque hoje é domingo
Porque hoje é domingo
Não quero saber de compromisso.
Vou te amar mais uma vez
Mais uma vez vou te amar;
Porque hoje é domingo.
Mas se a noite chegar
Se a lua nos abençoar
Se o sol nascer com cara de segunda-feira;
Vou te amar mais uma vez.
Mais uma vez vou te amar
Porque você é meu eterno domingo.
Gilio de Hollanda
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Entrei no café com um rio na algibeira
Entrei no café com um rio na algibeira
e pu-lo no chão,
a vê-lo correr
da imaginação...
A seguir, tirei do bolso do colete
nuvens e estrelas
e estendi um tapete
de flores
a concebê-las.
Depois, encostado à mesa,
tirei da boca um pássaro a cantar
e enfeitei com ele a Natureza
das árvores em torno
a cheirarem ao luar
que eu imagino.
E agora aqui estou a ouvir
A melodia sem contorno
Deste acaso de existir
-onde só procuro a Beleza
para me iludir
dum destino.
José Gomes Ferreira
e pu-lo no chão,
a vê-lo correr
da imaginação...
A seguir, tirei do bolso do colete
nuvens e estrelas
e estendi um tapete
de flores
a concebê-las.
Depois, encostado à mesa,
tirei da boca um pássaro a cantar
e enfeitei com ele a Natureza
das árvores em torno
a cheirarem ao luar
que eu imagino.
E agora aqui estou a ouvir
A melodia sem contorno
Deste acaso de existir
-onde só procuro a Beleza
para me iludir
dum destino.
José Gomes Ferreira
sábado, 10 de outubro de 2009
Surdo, Subterrâneo Rio
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
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