Aprendamos, Amor
Aprendamos, amor, com estes montes
Que, tão longe do mar, sabem o jeito
De banhar no azul dos horizontes.
Façamos o que é certo e de direito:
Dos desejos ocultos outras fontes
E desçamos ao mar do nosso leito.
José Saramago, in "Os Poemas Possíveis"
Onde o mar, com paredes de vidro, rodeia o centro inviolável: A ilha (Natália Correia)
sábado, 19 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Bate-me na "alma"

O serão foi de fados. Um dos fadistas cantou fado de Coimbra...
A nostalgia dos tempos idos que perdura no meu intimo e a saudade de muitos desses momentos e dos amigos, continua muito presente em mim.
No passado mês de Abril, aquando de uma passagem rápida pela "lusa Atenas" um desses amigos ofereceu-me um livro "Coimbra Vista do céu" com a seguinte dedicatória.
Estas vistas aéreas são de uma outra Coimbra, mais moderna, mas talvez menos humana daquela que conheceste calcorreando as ruelas do Beco da Anarda, a Rua da Matemática, até à Faculdade, Praça da República, Quebra Costas e Baixinha, nos idos anos setenta.
Aqui foste mãe, e cresceste com tempos de alegria e tristezas....
Obrigada Zé
Um beijo amigo
A nostalgia dos tempos idos que perdura no meu intimo e a saudade de muitos desses momentos e dos amigos, continua muito presente em mim.
No passado mês de Abril, aquando de uma passagem rápida pela "lusa Atenas" um desses amigos ofereceu-me um livro "Coimbra Vista do céu" com a seguinte dedicatória.
Estas vistas aéreas são de uma outra Coimbra, mais moderna, mas talvez menos humana daquela que conheceste calcorreando as ruelas do Beco da Anarda, a Rua da Matemática, até à Faculdade, Praça da República, Quebra Costas e Baixinha, nos idos anos setenta.
Aqui foste mãe, e cresceste com tempos de alegria e tristezas....
Obrigada Zé
Um beijo amigo
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